quinta-feira, 2 de setembro de 2010

II - Preencher (o vácuo)



Meus dias passam num ritmo estranho,
Ora rápido, mas sempre vagarando...
Sou a incógnita humana andando...
Sem rumos, ou o que contar.

Não estou sozinho: há boas pessoas comigo
Mas a solidão interna é bem mais conflito!
Observo... , ouço... vejo em distância mesmo na ausência.
Crio-me como um monstro... e me divirto!

Distinta idéia a minha,
Eu não soprei as velas...
Sozinho, desapego-me, abolicionismo!
Outra dimensão/prioridade, querido...

   ''Oro a Ti, ó Lua que agora se enche
   Tira esse meu vazio, me preenche.
   Brilha por mim, sou filho de Apolo,
   Peço de grande coração: -Ilumina meu Solo!''

Deito-me sempre na esperança...
Disfarço o que posso, temperança!
Procurarei atento, - estou certo - vou achar!
E tudo aquilo que me ilude, já não quero mais sonhar...!

Nenhum comentário:

Postar um comentário